Mostrando postagens com marcador FETEC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FETEC. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Primeira reunião com a Fetec sobre a Lei Aldir Blanc

Uma comissão de cultura da sociedade civil se reuniu com o presidente e a equipe técnica da Fetec/PMBV, no dia 2 de setembro, para tratar da aplicação dos recursos da Lei Emergencial Aldir Blanc. Inicialmente, a instituição pretendia lançar um único edital com valor padrão para premiar os selecionados em 17 segmentos. Depois da explanação dos representantes da comissão, os dirigentes se dispuseram a ouvir os segmentos culturais para construção dos editais municipais. 

Se dispuseram a prestar esclarecimentos sobre os subsídios para espaços culturais que terão direito ao auxílio de até R$ 10 mil. Eles demonstraram interesse na desburocratização das inscrições e da prestação de contas, bem como na priorização da modalidade prêmio.

Também anteciparam que servidores públicos poderão participar das concorrências por edital, desde que não estejam vinculados ao órgão promotor ou a membros da comissão julgadora. Informaram que o cadastro municipal permanece aberto por período indeterminado e que a Fetec irá corrigir alguns protocolos no preenchimento do formulário on-line, permitindo que espaços culturais sem CNPJ se inscrevam, em conformidade com as diretrizes da Lei Aldir Blanc. Também irão disponibilizar um espaço com computador e internet para quem quiser fazer o cadastro, após o lançamento dos editais municipais. 

Haverá uma nova reunião no dia 9 de setembro, às 10 horas, no Teatro Municipal. Importante todos os segmentos artístico-culturais se mobilizarem para apresentação de suas demandas de forma sistematizada.

Leia também
Resumo da reunião com o Governo do Estado sobre a Lei Aldir Blanc em Roraima
Com apenas seis servidores da Secult trabalhando diretamente com a Lei Aldir Blanc, secretário de Cultura mal tem tempo para dormir: “estou quase 24 horas trabalhando”
Aplicação da Lei Aldir Blanc em Roraima
Movimento pela Cultura de Roraima discutirá com Casa Civil do Governo do Estado sobre aplicação de recursos da Lei Aldir Blanc

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Cultura em Boa Vista: agora é que são elas

A Comissão de Articulação e Acompanhamento das Políticas Públicas para a Cultura esteve reunida com o superintendente de Cultura da
Fundação de Educação, Turismo, Esporte e Cultura de Boa Vista (FETEC), Enos Almeida, na quarta-feira, 4 de outubro de 2017. Representantes do Fórum de Dança também entraram na roda.

 A reunião é um marco de um momento novo de consciência política, união e proposição de pauta de políticas culturais na capital, pela sociedade civil organizada. Na oportunidade, os militantes da cultura apresentaram as seguintes demandas:

1) necessidade de criação do Conselho e do Fundo Municipal de Cultura;

2) necessidade de construção da política pública de cultura, com diálogo entre a PMBV e a sociedade civil, em momentos como a audiência pública sobre políticas culturais e o debate da Lei Orçamentária Anual (LOA), na Câmara Municipal;

3) críticas ao fazer histórico da política de cultura municipal limitada aos carnavais, arraiais e natais.

Mesmo com a lentidão dos processos burocráticos do serviço público, o superintendente destacou conquistas na FETEC como:

a) aquisições de equipamentos para o Teatro Municipal e a intenção de inauguração ainda neste ano, com o fim de servir de espaço para construção de calendário para ocupação;

b) elaboração de editais, previstos para novembro, em diálogo com o MINC, no valor de R$ 25 mil, para atender aos segmentos de teatro e música de raiz. Segundo Enos Almeida, a liberação do recurso depende do Ministério da Cultura;

c) o superintendente garantiu que no dia 18 de outubro deste ano colocará na pauta com a prefeita Teresa Surita e equipe, durante reunião mensal de gestão da PMBV, a necessidade  de avançar com a criação do Conselho Municipal de Cultura, item inserido no plano de trabalho da prefeitura, ainda que não tenha sido prometido na campanha eleitoral;

d) com a alteração no regimento da FETEC, em setembro de 2016, agora a fundação pode formalizar  convênios para serem aplicados na cultura e pleitear verbas de outras fontes, como Agência Nacional do Cinema (Ancine).

#LutopelaculturaRR

Leia também: 

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Carta aberta em favor da Cultura e dos Artistas do Estado de Roraima

A Sociedade Civil vem a público demonstrar seu profundo descontentamento com a falta de espaços públicos adequados ao dispor da sociedade, artistas e segmentos culturais para realizar, apresentar e acessar os trabalhos produzidos no Estado de Roraima.

https://www.change.org/p/secretaria-de-cultura-do-estado-de-roraima-carta-aberta-em-favor-da-cultura-e-dos-artistas-do-estado-de-roraima?recruiter=651242210&utm_source=share_petition&utm_medium=copylink
A classe artística roraimense enfrenta inúmeros obstáculos para produzir e apresentar seus trabalhos: o custo amazônico, as longas distâncias geográficas e a falta de fomento dificultam a circulação, o intercâmbio e a difusão da produção local.
É importante ressaltar a falta de uma política pública de financiamento à Cultura: o que temos são recursos provenientes da Lei 318/2001, de Incentivo à Cultura, a qual não atende todos os segmentos culturais existentes em Roraima e não dá conta de suas especificidades. Cabe aqui pontuar a dificuldade em encontrar um financiador para os projetos aprovados na referida lei, com o agravante de não dispormos de espaços públicos adequados para as apresentações.
Destacamos o descaso por parte do poder público com a manutenção dos espaços existentes no Estado e município, que integram o patrimônio artístico-cultural. São eles: o Teatro Carlos Gomes, o Museu Integrado de Roraima, a Casa de Cultura. Os prédios que estão em funcionamento estão em condições ruins ou inadequadas, como a Escola de Música, o Palácio da Cultura, o Parque Anauá e as praças de Boa Vista que possuem potencial para tornar-se um verdadeiro “Caldeirão Cultural”, porém enfrenta a burocracia do poder público. Não podemos esquecer o “grandioso” Teatro Municipal, que desde o inicio da sua construção ainda gera inúmeras dúvidas sobre a sua ocupação por artistas, grupos e coletivos.
A construção de políticas públicas para Cultura também passa pelo diálogo entre o poder público e a sociedade civil. Diante disso, cabe ao Estado e ao Município sanar e buscar soluções conjuntas para as problemáticas apresentadas.
O cenário que se verifica nos coloca em alerta e nos impulsiona a estar vigilantes frente ao descaso com que o poder público tem tratado os nossos importantes bens culturais e que poderiam estar à inteira disposição da sociedade.
Assine e compartilhe este abaixo-assinado clicando aqui.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

BV, é assim que me querem? Que p... é este?

Ira: bacana. 
Urbana Legion: bacana. 





Centenas de milhares de reais que a Prefeitura vai possivelmente destinar para um único evento privado e (até hoje sempre) pago: nada bacana. 

Falta de políticas públicas para a área cultural e cegueira proposital dos gestores da área para os trabalhos de quem vive por aqui e se desdobra para fazer atividades continuamente: nada bacana ao cubo.

Texto (exceto o título): Edgar Borges